Poesia · Um Ponto de Convergência

Patativa do Assaré (Meu-mês-de-poesia)

Gravador

“Gravador, que estás gravando
Aqui no nosso ambiente
Tu gravas a minha voz
O meu verso, o meu repente
Mas, gravador tu não gravas
A dor que o meu peito senteTu gravas em tuas fitas
Com a maior perfeição
O timbre da minha voz
E a minha fraca expressão
Mas não gravas a dor grave
Gravada em meu coração

Gravador, tu és feliz
E ai de mim. O que esperar?
Bem pode ser desgravado
Quem em tua fita está
E a dor do meu coração
Jamais se desgravará.”

Patativa do Assaré
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